O Papa Paulo VI afirma na Carta Encíclica Marialis Cultus que “Maria é a Virgem Mãe, ou seja, aquela que por sua fé e obediência gerou sobre a terra o próprio Filho do Pai, sem contato com homem, mas coberta pela sombra do Espírito Santo” (MC 63).
O Papa Paulo VI afirma na Carta Encíclica Marialis Cultus que “Maria é a Virgem Mãe, ou seja, aquela que por sua fé e obediência gerou sobre a terra o próprio Filho do Pai, sem contato com homem, mas coberta pela sombra do Espírito Santo” (MC 63).

Frei Kolbe foi o homem que se tornou “mãe amorosa” para jovens aspirantes à sua Niepokalanów; a mãe que confortava, que consolava, que doava o pedacinho de pão aos prisioneiros no campo de concentração; a mãe que apertava na sua a mão dos condenados à morte; a mãe que lhes fechava os olhos, com o mais caloroso beijo sobre a testa e com as lágrimas que regavam o seu rosto.
Como naquele dia, em que um jovem bateu à porta da Cidade da Imaculada polonesa, pedindo para ser frei. Encontrando-se em frente a algumas barracas de madeira, com voz trêmula murmurou: “Aquele é o convento?...”, ficando quase sem fôlego. “Vem, filhinho, estás cansado e tens fome”, lhe disse pouco depois Maximiliano, lendo em seu rosto de jovem o desmaio. “Se tu amas a Imaculada e fores todo dela, aqui serás feliz, meu pequeno, muito feliz”, disse.
“Eu creio – escreve um dos irmãos que fundaram Niepokalanów – que nunca um pai ou uma mãe deve ter amado os seus filhinhos com tal afeto e ternura como nos amou Padre Maximiliano”. “Junto dele me sentia como uma criança no colo da mãe”, teria dito um outro frade.
Kolbe mesmo não teve medo de definir-se “mãe”: “São Paulo, em uma carta aos Coríntios, disse mais ou menos estas palavras: ‘ainda que tivésseis dez mil mestres em Cristo, não tendes muitos pais: porque fui eu que vos gerei pelo Evangelho (1Cor 4,15). Eu, simplesmente, por isso, aplico a mim mesmo com alegria estas palavras, alegrando-me pelo fato de que a Imaculada se dignou, não obstante as minhas misérias, fraquezas e indignidade, infundir em vós, através de mim, a sua vida, de tornar-me vossa mãe”.
Tornando-se totalmente propriedade de Maria, até “transformar-se nela”, ele modelou o seu coração sobre o da Imaculada, alimentando em si mesmo um amor universal pela humanidade inteira e por toda a e cada pessoa em particular.
Ano jubilar marca os 800 anos da morte de São Francisco de Assis
Celebração na Basílica de Santa Maria dos Anjos marcou início da última etapa de comemorações ligadas ao santo italiano; Papa proclamou ano jubilar especial.
No Batismo, nossa vocação
Toda vocação de um discípulo de Cristo é semelhante àquela dos Apóstolos, enviados por Jesus a todo o mundo para pregar o Evangelho a todas as criaturas, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Cfr. Mateus 28, 19-20).
Batismo do Senhor – (Mt 3, 13-17)
Celebramos a festa do Batismo de Jesus. Nas águas do rio Jordão, Jesus é batizado por João Batista. João ministrava um batismo de penitência e de conversão. O batismo de João preparava o povo para a chegada do Messias. Mas, sendo Jesus o próprio Messias, havia necessidade de ser batizado? Será que Jesus precisava de conversão?
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