Por Professora Dita Souza, biblista, conferencista e teóloga
Na Segunda-feira Santa, Jesus se dedica, intimamente, a preparar-se a Sua paixão iminente (Cf. Jo 12,1-11).
Jesus descansa em Betânia, revê os amigos na aldeia, conversa com os discípulos, dá-lhes orientações e retorna a Jerusalém.
Esta segunda-feira é de duros momentos também para Sua Mãe, pois eles antecedem as dores de Nossa Senhora. Por isso, a Igreja a chama de segunda-feira das trevas.
Esta segunda-feira é de duros momentos também para Sua Mãe, pois eles antecedem as dores de Nossa Senhora. Por isso, a Igreja a chama de segunda-feira das trevas.
De acordo com Mateus 21, Marcos 11 e Lucas 19, Jesus retorna a Jerusalém. Neste dia, logo de manhã cedo, Ele entrou na cidade santa permanecendo lá até o final da tarde, retornando depois para Betânia.
O Evangelho de São João registra ainda que Ele repreendeu a incredulidade das multidões, e Marcos 11,19 escreve que Jesus voltou para Betânia também nesta noite.
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De acordo com alguns historiadores, durante o dia, Ele ensinava o povo no Templo sobre o Reino de Deus.
Foi nessa caminhada para Jerusalém que Jesus amaldiçoou uma figueira, porque não tinha frutos (Marcos 11,12-14).
Depois, Jesus chegou ao Templo e expulsou os mercadores, acusando-os de tornar a casa de Deus em um mercado e um lugar de ladrões (Marcos 11,15-17). Quando voltou para Betânia, a figueira amaldiçoada tinha secado.
Os evangelistas citam alguns acontecimentos dos três dias seguintes (terça, quarta e quinta-feira) no Templo:
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No Batismo, nossa vocação
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Batismo do Senhor – (Mt 3, 13-17)
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