Santos

Novena de São Padre Pio De Pietrelcina

Entre 14 e 23 de setembro, vamos honrar a devoção deste santo. Leia a história e acompanhe a novena.

Escrito por Espiritualidade

13 SET 2021 - 00H00 (Atualizada em 20 SET 2021 - 14H48)

São Padre Pio, nasceu em 25 de maio de 1887, mês de Maria. Foi batizado na igreja de Santa Maria dos Anjos. Era devoto de Nossa Senhora do Livramento, padroeira de Pietrelcina, a sua terra natal, e desde criança todos os dias ia visitar à igreja. Na cela, tinha um pensamento de São Bernardo: “Maria é a razão da minha esperança”.

Em 20 de setembro de 1918, quando recebeu os estigmas, teve como única testemunha, Nossa Senhora da igrejinha de Santa Maria das Graças. Muitas vezes o Padre Pio referia o consolo da Mãe nos momentos de dor e aflição. Dizia: “Jesus e Maria são para mim como se fossem pais”. O rosário era, pra o Padre Pio, motivo para a meditação e instrumento eficaz para a salvação das almas; era uma poderosa arma contra o pecado e o demônio – e isso todos o sabiam.

Quando uma das suas filhas espirituais lhe pediu uma palavra, uma regra de vida, o Padre Pio respondeu: “Minha filha, o rosário”. Os últimos anos de Padre Pio foram oferecidos a Nossa Senhora. Quantas vezes as pessoas o viram, mesmo com a saúde debilitada, ajoelhado diante da imagem de Nossa Senhora! Nos últimos momentos de sua vida, de terço na mão, repetia: “Jesus, Maria… Jesus, Maria… Jesus, Maria…”.

Santo Padre Pio e os estigmas

O Padre Pio teve no seu corpo, visivelmente, durante 50 anos, as chagas de Cristo crucificado. Desta graça fez o seguinte relato, por obediência, ao seu diretor espiritual: “Foi numa sexta feira, na manhã do dia 20 de setembro de 1918. Estava no coro, na ação de graças da missa, e senti que, pouco a pouco, me elevava a uma oração sempre mais suave, até que uma grande luz me encandeou e me apareceu Cristo que sangrava abundantemente. Do Seu corpo chagado saíam raios de luz que, como se fossem flechas, me feriram os pés, as mãos e o lado. Quando voltei a mim, estava sozinho e com chagas. As mãos, os pés e o lado sangravam e doíam-me a ponto de não ter força para me levantar. Sentia-me a morrer, e teria morrido se o Senhor não viesse amparar-me o coração que palpitava intensamente no meu peito. Arrastei-me até à cela. Recostei-me e rezei, olhei outra vez para as minhas chagas e chorei, elevando hinos de agradecimento a Deus”.

Padre Pio sempre associou a sua estigmatização à visão que havia tido em 7 de abril de 1913: “Jesus de rosto carregado pela dor, olhando para uma multidão de sacerdotes, disse-me: “Eu estarei em agonia até o fim do mundo, por causa das almas que mais privilegiei”.

Ataques do demônio

Viam ainda o Padre Pio com contusões e golpes, como se o tivessem espancado. O superior chegou a sugerir-lhe, quando ele ainda era um jovem frade, que rezasse ao Senhor pedindo que não permitisse ao demônio fazer tantos ruídos, já que os outros irmãos ficavam apavorados. Era algo muito visível. Acontecia sempre que Padre Pio agia para arrancar almas das mãos do demônio. “Os demônios nunca deixam de me atacar”, dizia o Padre Pio, “fazem-me até cair da cama. Despem-me a roupa para me chicotearem! Mas não me assustam porque Jesus me ama e Ele sempre me dá a mão para que, de novo, possa subir para a cama”. “O demônio é inteligentíssimo e impostor. É o pai da mentira e, se não nos abandonarmos a Deus, consegue sempre enganar-nos”. Se a pessoa está em comunhão com Deus, não tem que temer o demônio, e assim agia Padre Pio com um testemunho indesmentível. Ele próprio diz: “Coragem, não temas as agressões do Diabo. Lembra-te sempre disto: “Se o inimigo rugir e gritar o seu perjúrio à tua volta, isso é bom sinal… é sinal que ele ainda não está dentro de ti”.

Santo Padre Pio e a santa missa (I)

A missa celebrada pelo Padre Pio, apesar de se prolongar durante mais de duas horas, atraía diariamente dezenas de fiéis à igreja do Convento de Nossa Senhora das Graças, onde ele viveu 50 anos, desde 28 de julho de 1916 até à sua morte, a 23 de setembro de 1968. Sobre a santa missa, pela qual se dá a Deus “uma glória infinita” e “regenera o mundo” e onde encontramos “a Mãe que sempre se interessa pelas coisas do Filho” e “os anjos, em multidões”, o Padre Pio tem dizeres que não se esquecem… Durante a missa, “compadece-te e ama”, procura participar na missa à maneira “da Santíssima Virgem e das piedosas mulheres”, ou “como São João, tanto na Última Ceia, como no Sacrifício cruento da Cruz”. Quais os benefícios que recebemos ao participar na santa missa, alguém lhe perguntou… o Padre Pio respondeu: “Não se podem contar. Vê-los-ás no céu. Quando assistires à santa missa, renova a tua fé e medita na Vítima que se imola por ti à Divina Justiça. Não te afastes do altar sem derramar lágrimas de dor e de amor a Jesus, Crucificado por tua salvação. A Virgem Dolorosa acompanhar-te-á e será a tua doce inspiração”.

Santo Padre Pio e a santa missa (II)

Francisco Forgione foi, logo que nasceu, confiado à proteção de São Francisco de Assis por seus pais, Horacio e Giuseppa Forgione. Em 6 de janeiro de 1903, aos 16, entrou na Ordem dos Capuchinos. Vestiu o hábito de religioso e recebeu o nome de Pio, em 22 de janeiro desse mesmo ano. Foi ordenado sacerdote na catedral de Benevento, a 10 de agosto de 1910. Sempre chorava quando na missa se lia o santo Evangelho; ele explicou a razão: “A nós parece-nos coisa sem importância que um Deus fale às suas criaturas e elas O contradigam e O ofendam continuamente com a sua ingratidão e incredulidade”. Porque chora o Padre no momento da consagração? Perguntaram-lhe e ele respondeu: “Os segredos do Rei Supremo não se podem nem revelar, nem profanar. Perguntas-me por que choro… eu não queria derramar apenas essas pobres lagrimazinhas, mas sim torrentes de lágrimas. Não meditas neste grandioso mistério? Indignamente, considerava o Padre Pio, repetia em cada missa as Sete Palavras que Jesus disse na Cruz. Quando chega àquela: “Mulher, eis aí o Teu filho”? Voltava-se para Maria e dizia-lhe: “Aqui tens os filhos do Teu Filho”. A sagrada comunhão “é toda uma misericórdia interior e exterior, todo um abraço. Pede a Jesus que te deixe senti-lo de forma sensível. Naquele que comunga, “Jesus deleita-se nele”. Quando Jesus se une ao Padre na sagrada comunhão, que podemos pedir a Deus por si? “Que eu seja outro Jesus, todo Jesus e sempre Jesus”.

Santo Padre Pio e o Anjo da Guarda (I)

Santo Padre Pio tinha muita devoção e proximidade com o seu anjo da guarda. Era, ainda muito pequeno quando começou a ter visões do seu anjo da guarda, de Jesus e de Maria. A sua mãe, Giuseppa, referindo-se a essas visões, diz que Francesco – nome que recebeu no batismo - pensava que todas as pessoas viam o que ele estava a ver.

O Padre Pio confidenciou um dia que se lembrava de tudo o que se passou na sua infância, até dos factos acontecidos quando tinha ainda poucos meses. Numa carta a uma sua filha espiritual, dizia o Padre Pio: “Que consolador é saber que perto de nós há um espírito que, do berço ao túmulo, não nos abandona um instante, nem mesmo quando nos atrevemos a pecar! E este espírito celestial nos guia e protege como um amigo, um irmão. É muito consolador saber que esse anjo ora sem cessar por nós, oferece a Deus todas as nossas boas ações e, se são puros, os nossos pensamentos e os nossos desejos”. Numa ocasião em que foi alvo de um feroz ataque do demónio, o Padre Pio chamou várias vezes, em voz alta, pelo seu amigo anjo da guarda, mas em vão… Quando o anjo apareceu a consolá-lo, o Padre Pio, zangado, perguntou-lhe porque não o tinha socorrido naquela aflição. O anjo respondeu-lhe: “Jesus permite estes assaltos do diabo porque tem compaixão de ti e quer que te assemelhes a Ele deserto, no horto das oliveiras e na cruz”.

Um homem, que vivia longe, lamentou-se ao Padre Pio de ter pouco dinheiro para as viagens longas e caras até São Giovanni Rotondo, pelo que não podia ir ter com ele tantas vezes como precisava, ao que o Padre respondeu: “Quem te disse que precisas de vir até aqui? Não tens o teu anjo da guarda? Diz-lhe o que precisas, manda-o até mim e terás a resposta”.

Santo Padre Pio e o Anjo da Guarda (II)

Leia MaisAmar e servir ao próximoA Palavra Divina na Liturgia CristãIgnorar as Escrituras é ignorar a CristoAs Sagradas EscriturasNovena de Nossa Senhora da SaletteO aprendizado do filho pródigo“Desde o seu começo até à morte, […] cada fiel tem a seu lado um anjo como protetor e pastor para o guiar na vida”, ensina o Catecismo da Igreja Católica (n.336). Com o seu proverbial sentido de humor, dizia o Padre Pio: “Se a missão do anjo da guarda é importante, a do meu é ainda mais importante, porque é tradutor de várias línguas”. Um dia o Frei Alessio, frade da sua comunidade, aproximou-se do Padre Pio com o monte das cartas recebidas naquele dia e, também, com algumas perguntas para lhe fazer. “Não vês que estou ocupado?”, perguntou-lhe o Padre Pio. Aborrecido, Frei Alessio retirou-se. O Padre Pio deu-se conta e foi atrás do Frade dizendo-lhe: “Não vistes que estava rodeado de anjos? Eram os anjos da guarda de vários dos meus filhos espirituais que vieram com mensagens deles. Algumas das respostas eram urgentes, por isso não te podia dar atenção”. E o pequeno conflito ficou sanado. Nem todas as noites eram de luta física com o diabo. O Santo capuchinho, deixou-nos este testemunho: “De noite, fechava os olhos, o véu descia e via abrir-se diante de mim o paraíso; consolado por esta visão, adormecia com um sorriso doce e feliz nos lábios e com uma grande tranquilidade, esperando que o meu pequeno companheiro de infância viesse despertar-me para rezarmos juntos as orações da manhã ao Amado de nossos corações”.

Dirigem-se também a nós estas recomendações do Padre Pio a uma sua filha espiritual: “Não te esqueças desse companheiro invisível, sempre presente, sempre disposto a escutar-nos e pronto para nos consolar. Ó deliciosa intimidade! Ó deliciosa companhia! Se pudéssemos pelo menos compreender isso…! Lembra-te com frequência da presença desse anjo, agradece-lhe, pede-lhe o que precisares, aproveita a sua boa companhia. Toma cuidado para não ofenderes a pureza do seu olhar. Ele é muito delicado, muito sensível. Nunca te queixes de estar sozinha nos combates conta o inimigo; nunca te queixes de não ter alguém com que te possas abrir e confiar. Isso seria uma ofensa para o teu anjo da guarda”.

Santo Padre Pio e as Almas do Purgatório

O Concílio de Trento, em 1563, ensinou que o purgatório existe e que as almas aí retidas podem ser ajudadas pelos sufrágios dos fiéis e sobretudo pelo santo sacrifício do altar. Participar da glória de Deus, no céu, é o anseio de cada cristão, mas que tal aconteça é preciso que a alma esteja purificada de seus pecados e pronta para amar a Deus. Para essa preparação próxima para o céu, existe o purgatório. Nossa Senhora, em Fátima, ensinou a rezar do seguinte modo: “Ó meu bom Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do Inferno, levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente as que mais precisarem". E as que mais precisam são justamente as que estão no Purgatório. O Padre Pio tinha uma relação muito especial com as santas almas do purgatório que o visitavam com assiduidade, umas vezes para pedirem ajuda, outras vezes para agradecerem a o modo como foram ajudadas.

Na altura em que decorria a segunda guerra mundial, estavam os frades em convívio após o jantar, quando ouviram vários homens gritando à uma: “Vida longa ao Padre Pio, viva, viva o Padre Pio! O som vinha da entrada do corredor do piso inferior ao salão onde estavam os frades. Quem seriam? O Irmão Gerardo saiu, tentando descobrir quem tinha gritado, mas encontrou o corredor vazio e escuro. Foi-o dizer ao Padre Rafael, o superior, que, por sua vez, pediu ao Padre Pio uma explicação da ocorrência. O Padre Pio, sereno e cheio de humildade, explicou que as vozes que gritaram "Viva Padre Pio" eram de uns soldados que tinha morrido na guerra, por quem ele tinha rezado, e que vieram agradecer as suas orações. Estes, como muitos outros, vieram agradecer. Mas outros, como o noviço, vieram pedir ajuda… O Padre Pio, estava no coro da pequena igreja de Nossa Senhora das Graças em oração. Ouviu, na zona do altar principal, passos e alguém mexendo nas velas e nas flores. Como a ocorrência prosseguia, veio cá abaixo ver o que se passava. À luz da lamparina do Santíssimo viu, na penumbra, um jovem de hábito, parecendo limpar qualquer coisa. “O que estás a fazer no escuro?’”, perguntou. A resposta não se fez esperar: “Estou limpando”. “Limpando nesta escuridão?”, retorquiu o santo. “Quem és tu?”. “Sou um noviço, há muito tempo no purgatório. Estou necessitado de quem reze por mim”. Dito isto, desapareceu. O Padre Pio recordou-se que o convento de São Giovanni Rotondo tinha sido, em tempos, o Noviciado dos capuchinhos.

Santo Padre Pio e o sacramento da confissão

O Padre Pio, bem o podemos dizer, viveu ente o altar e o confessionário. Iniciava o seu dia ainda era noite escura, aproveitando o silêncio para a oração diante do sacrário. Durante horas preparava a celebração da santa missa, onde encontrava forças para a sua grande missão: levar as almas a Deus no sacramento da confissão. Depois de celebrar a santa missa, sentava-se no confessionário horas a fio.

Penitentes vindos de todo o mundo, chegavam a permanecer em São Giovanni Rotondo duas semanas, esperando a oportunidade de chegar ao confessionário. E não se pense que o Padre Pio demorava muito cada confissão… 3 minutos, em média. O carisma dado por Deus, permitia-lhe escutar as consciências e perscrutar as almas e dar o conselho oportuno. Amava o pecador, mas era intransigente com pecado. Exortava os penitentes com algumas expressões características: “Asseguro-te, vais para o inferno!”; “Quando deixarás de fazer essas porcarias?”; “Não sabes que é pecado mortal? Vai-te embora!!!”. Não se deixava levar pela fisionomia nem pelo aspeto dos penitentes: rico ou pobre, bonito ou feio, homem ou mulher… todos em fila, iguais, fosse ministro ou operário. Às almas, essas sondavam-nas com o olhar de Deus até às profundezas.

Há casos de pessoas que partiram de São Giovanni Rotondo revoltadas com o Padre Pio, por este não lhes ter dado a absolvição. O próprio Padre Pio consolava aqueles a quem não absolvia: “Meu filho, a absolvição não te foi negada para ires para o inferno, mas para o paraíso”. Todos entendiam e voltavam, movidos por um desejo quase irresistível de conversão.

O Padre Pio como que via na luz de Deus a disposição do penitente. Era severo com os que o procuravam por curiosidade, para os que mentiam e eram hipócritas; e amoroso e compassivo para aqueles que se arrependiam e sentiam dor pelos seus pecados. O seu confessionário não era uma máquina de absolvições, mas um lugar de conversão. Quando, após a santa missa, o Padre Pio deixava o altar, parecia vir do Calvário; também o confessionário representava para ele uma fadiga imensa, pela sua aversão ao pecado que tanto ofende Nosso Senhor e também pelo receio de não estar na graça de Deus. Eram um homem também com as suas fraquezas… confessava ele: “sem que eu queira, torno-me uma pessoa sem paciência. Este é um espinho que atravessa o meu coração”.

E se a virtude da paciência era para ele importante… um sacerdote da região, teve um sonho: apareceu-lhe uma lápide com 3 palavras. Quando acordou lembrava-se de duas delas: “humildade” e “caridade”, mas esquecera a terceira. Decidiu ir confessar-se ao Padre Pio convicto de que ele lhe recordaria a palavras que havia esquecido, e assim foi: “Paciência, padre”. E logo acrescentou: “Paciência vem de padecer; o amor sem padecimento é um fogo de palha”. Do Padre Pio confessor ficava impresso o gesto solene daquela bênção enquanto pronunciava as palavras da absolvição, que comunicava uma paz que só podia vir de Deus.


NOVENA DE SÃO PADRE PIO DE PIETRELCINA

  • Oração inicial para todos os dias 

Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado. E renovareis a face da terra. Oremos. Ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas, segundo mesmo espírito e gozemos sempre da sua consolação. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

Pausa para apresentarmos as nossas intenções.

São Padre Pio rogai por nós!


  • Oração final para todos os dias 

Coroinha do Padre Pio ao Sagrado Coração de Jesus:

• Ó meu Jesus, que dissestes “na verdade vos digo, pedi e recebereis, procurai e achareis, batei e a porta será aberta. Eu bato, procuro e peço a graça…

Pai Nosso, Ave Maria e Glória Sagrado Coração de Jesus, eu confio e espero em Vós!

• Ó meu Jesus, que dissestes “na verdade vos digo, tudo o que pedirdes a Meu Pai em Meu Nome, Ele vos concederá!”. Ao vosso Pai e em vosso Nome peço a graça…

Pai Nosso, Ave Maria e Glória Sagrado Coração de Jesus, eu confio e espero em Vós!

• Ó meu Jesus, que dissestes “na verdade vos digo, passará o céu e a terra, mas a minha Palavra não passará!”. Confiando na infabilidade da vossa Palavra eu peço a graça…

Pai Nosso, Ave Maria e Glória Sagrado Coração de Jesus, eu confio e espero em Vós!

Ó Sagrado Coração de Jesus, a quem é impossível não ter compaixão dos infelizes, tende piedade de nós, pobres pecadores, e concedei-nos as graças que Vos pedimos por meio do Imaculado Coração de Maria, vossa e nossa terna Mãe.

- São José, Pai do Sagrado Coração de Jesus, rogai por nós!

Salve Rainha, mãe de misericórdia...

Glória ao Pai e ao Filho...

São Padre Pio rogai por nós

PRIMEIRO DIA

Oração Inicial para todos os dias

Oremos: Amado São Pio de Pietrelcina, que trouxestes no vosso corpo os sinais da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Vós que carregastes a Cruz por todos nós, suportando os sofrimentos físicos e morais que vos flagelavam a alma e o corpo num martírio contínuo, intercedei junto de Deus para que cada um de nós saiba aceitar as pequenas e as grandes cruzes da vida, transformando cada sofrimento numa graça que nos conduza à vida eterna. Amém.

Oração final para todos os dias

Coroinha do Padre Pio ao Sagrado Coração de Jesus.

SEGUNDO DIA

Oração Inicial para todos os dias

Oremos: Virtuosíssimo São Pio de Pietrelcina, que tanto amastes Nossa Senhora, e d’Ela recebestes, quotidianamente, graças e consolações. Nós vos suplicamos: enquanto colocais nas mãos da Virgem Santa os nossos pecados e as nossas orações rotineiras, intercedei por nós, para que, como em Caná da Galileia, o Filho atenda à Mãe e o nome de cada um de nós seja escrito no Livro da Vida. Amém.

Oração final para todos os dias

Coroinha do Padre Pio ao Sagrado Coração de Jesus.

TERCEIRO DIA

Oração Inicial para todos os dias

Oremos: São Pio de Pietrelcina, que estais no Céu, junto a Nosso Senhor Jesus, vós que soubestes resistir às tentações do maligno. Sofrestes os golpes e a insídias do endiabrado do inferno que quis que abandonásseis o caminho da santidade. Nós vos imploramos que intercedais junto de Deus por nós, de forma que, com a vossa ajuda e com ajuda de toda a corte celestial, tenhamos a força para abandonar o pecado e perseverar na fé até o dia de nossa morte. Amém.

Oração final para todos os dias

Coroinha do Padre Pio ao Sagrado Coração de Jesus

QUARTO DIA

Oração inicial para todos os dias

Oremos: Bendito Padre São Pio de Pietrelcina, vós que sempre procurastes realizar a vocação à santidade a que todos somos chamados por Deus, e vos oferecestes em cada missa, para livrar os pecadores das teias de satanás, intercedei pelos que não creem em Deus, para que se abram à fé e se convertam, arrependendo-se do fundo de seus corações; intercedei também pelos que têm uma fé débil e pelos lutam por um mundo mais justo, para que perseverem. Intercedei também por nós alcançando-nos o dom das lágrimas… que após a santa missa derramemos lágrimas de dor e de amor a Jesus. Amém.

Oração final para todos os dias

Coroinha do Padre Pio ao Sagrado Coração de Jesus.

QUINTO DIA

Oração inicial para todos os dias

Oremos: Puríssimo São Padre Pio de Pietrelcina, que tanto amastes os vossos filhos espirituais, muitos deles os conquistastes para Cristo com o preço do vosso sangue, considerai-nos a nós, que não vos conhecemos pessoalmente, como sendo também vossos filhos espirituais; vós, que na celebração da santa missa sempre olháveis para os vossos filhos mais afastados, agora, do Céu, lançai sobre nós o vosso olhar para que também nós, neste mundo descrente, sejamos uma presença credível de Jesus. Amém.

Oração final para todos os dias

Coroinha do Padre Pio ao Sagrado Coração de Jesus.

SEXTO DIA

Oração inicial para todos os dias

Oremos: Piedosíssimo Santo Padre Pio de Pietrelcina que recebestes de Nosso Senhor a graça especial de ver constantemente o vosso anjo da guarda, com quem tínheis uma relação pessoal. Não nos foi dada a graça de poder ver o nosso anjo da guarda, mas podemos tentar desenvolver um relacionamento com os seres espirituais que diariamente protegem nossas almas e rezar quotidianamente a bela oração que nos deixastes e vos agradecemos: “Anjo de Deus, meu guardião, a quem a bondade do Pai Celestial me confia, ilumina, protege e guia-me agora e sempre, Amém”.

Oração final para todos os dias

Coroinha do Padre Pio ao Sagrado Coração de Jesus.

SÉTIMO DIA

Oração inicial para todos os dias

Oremos: Castíssimo São Pio de Pietrelcina, que tanto amastes o vosso anjo da guarda, que vos guiava, defendia e era o vosso mensageiro. Os anjos levavam até vós as preces daqueles que precisavam da vossa ajuda. Intercedei a Deus para que também nós aprendamos a falar com nosso anjo da guarda e a obedecer-lhe, pois ele é a luz viva de Deus, que nos pode livrar da desgraça de cair em pecado, e sempre está pronto a ensinar-nos o caminho do bem e a dissuadir-nos de fazer o mal. Amem.

Oração final para todos os dias

Coroinha do Padre Pio ao Sagrado Coração de Jesus.

OITAVO DIA

Oração inicial para todos os dias

Oremos: Prudente São Pio de Pietrelcina, que nutristes uma grande devoção pelas almas do purgatório, pelas quais vos ofereceste como vítima expiatória. Rogai ao Senhor para que infunda em nós os mesmos sentimentos de compaixão e de amor que tivestes pelas almas do purgatório, para que, também nós, pela nossa oração, expiação e aplicação a elas das indulgências alcançadas, contribuamos para a sua eficaz preparação para a entrada no céu onde, sem qualquer sombra, possam contemplar a Deus por toda a eternidade, Amém.

Oração final para todos os dias

Coroinha do Padre Pio ao Sagrado Coração de Jesus.

NONO DIA

Oração inicial para todos os dias

Oremos Obedientíssimo São Pio de Pietrelcina que assim rezastes: ”A Vós, Senhor, suplico que derrameis sobre mim os castigos que estão preparados para os pecadores e para as almas do purgatório; multiplicai-os da mesma forma sobre mim, desde que convertais e salveis os pecadores e apresseis a libertação das almas do purgatório”, alcançai-nos, por vossa intercessão, a graça de, na mesma medida, detestarmos o pecado e amarmos o sacramento da confissão, para a ele recorrermos com frequência, arrependidos e com sincero propósito de emenda. Amém.

Oração final para todos os dias

Coroinha do Padre Pio ao Sagrado Coração de Jesus

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