Um menino, com aproximadamente dez anos de idade, vestido humildemente, entrou numa loja, escolheu um sabonete comum e pediu ao proprietário que embrulhasse para presente. “Para presente?” Perguntou o atendente. “Sim, é para a minha mamãe. Domingo é Dia das Mães!” respondeu o pequeno, com seus olhos brilhando de alegria. O dono da loja comoveu-se e, diante da simplicidade daquele presente, teve vontade de ajudar o garoto. Ficou pensando no que poderia embrulhar junto com o sabonete para tornar mais significativo aquele presente. Diante da indecisão de o que poderia dar, ora ele olhava para o menino, ora olhava para as prateleiras, sem se decidir.
O garoto, notando a indecisão do homem, pensou que ele estivesse duvidando de sua capacidade de pagar. Colocou a mãozinha no bolso, retirou as moedinhas que dispunha e as colocou sobre o balcão. Mesmo assim, o homem não se definia, então o pequeno quis saber se havia algum problema. Nessa hora o homem decidiu falar: “Sabe, menino, você me fez lembrar da minha mãe. Ela morreu quando eu ainda era muito jovem. Eu sempre quis dar um presente para ela, mas, com um pequeno salário, nunca consegui comprar nada para ela”. Na simplicidade natural de uma criança, o pequeno perguntou: “Não dava para comprar nem um sabonete?”. Diante dessa pergunta, o homem calou-se e entendeu onde havia falhado. Esta historinha, fruto da imaginação do autor, me fez lembrar de um fato real, ocorrido comigo. Minha jovem mãe faleceu num mês de maio, alguns dias após o Dia das Mães.
Eu tinha acabado de completar dez anos de idade, e a minha irmãzinha, Neidinha, estava com sete aninhos. Lembro-me como se fosse hoje, quando eu e a Neidinha, de mãos dadas, fomos comprar uma lembrancinha para presentear a mamãe naquele domingo das mães, que antecedeu sua partida para junto de Jesus. Entramos na lojinha da dona Jandira, compramos os presentes que nosso dinheiro permitia, e pedimos para embrulhar o presente. Jamais vou me esquecer dos lindos pacotes que a dona Jandira fez para embalar aquele lindo pinguinzinho de porcelana que eu comprei, e o vidrinho de perfume que a Neidinha escolheu para levar.
No entanto, o que eu não vou esquecer mesmo, algo que nunca vai se apagar de minha memória é daquele mundo de beijos que a mamãe nos deu ao desembrulhar os presentes. Parece que ainda ouço ela dizendo que nunca havia ganhado presentes tão lindos e, ainda sorrindo, nos apertou entre seus braços e nos encheu de beijos, novamente. Por que será que não conseguimos enxergar com a mesma naturalidade de uma criança? Por que achamos que uma simples lembrancinha não tem valor? Preocupados em dar presentes caríssimos e significativos, perdemos a oportunidade de fazer alguém feliz. Junto com o sabonete da criança desta historinha e nos pacotes de um pequeno pinguim e um vidrinho de perfume, tinha algo muto mais valioso e representativo que alguém pode oferecer, tinha ali o melhor de todos os presentes, havia ali um verdadeiro gesto de amor. Palavras são insuficientes para definir sentimento; a definição de sentimento, só é perceptível através de simples gestos de amor, de carinho e afeto.
Fonte: O Mílite
Miquel Bordas é reeleito Presidente Internacional da Milícia da Imaculada
As votações definiram também Margareta Begić, da Croácia, como nova vice-presidente. Para o Conselho Internacional, foram eleitas Angela De Marco (MIPK), reeleita Secretária Internacional; Margherita Perchinelli, também reeleita; e Irma Wiktoria Maria Ewa Komańska, SFMI, da Polônia.
MI Internacional abre segundo dia de Assembleia Geral Ordinária
Nesta sexta-feira, a Milícia da Imaculada do Brasil teve lugar de destaque, pelo pioneirismo e pela visão estratégica, abrindo novos caminhos e decidindo novos rumos no contexto da evangelização pelos meios de comunicação
VI Assembleia Geral da Milícia da Imaculada Internacional tem início em Roma
O encontro conta com a participação de cerca de 50 delegados provenientes de mais de 20 países. O Brasil está sendo representado pelo Guardião Internacional do Carisma da MI Frei Sebastião Benito Quaglio OFM Conv., o presidente nacional Gustavo Resende e a vice-presidente da MI Regional São Paulo Benedita Fichtner
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