Esta parábola é dirigida prioritariamente aos chefes judeus, mas não podemos nos enganar, tanto nesta como nas parábolas dos dois filhos e dos vinhateiros, Deus se dirige a nós na nossa livre decisão. Ninguém é forçado a nada.
Os dois filhos são convidados a trabalhar na vinha do pai, aos vinhateiros se lhes recorda que devem entregar a parte dos frutos que toca ao dono da vinha e aos convidados para o banquete se os chama para tomarem parte dele.
Todos os interpelados estão no exercício da plena liberdade, podem dizer “sim” ou “não”, podem acolher ou recusar a vontade de Deus. Deus não arromba a porta. É bondoso e paciente, dá mais tempo e oferece novas possibilidades. Ele deseja que seu convite seja aceito livremente e, por isso, ele o repete constantemente, enviando seus mensageiros mesmo quando os primeiros foram rejeitados.
Jesus quer chamar a nossa atenção para uma coisa muito importante: embora nós tenhamos uma liberdade ilimitada de dizer “sim” ou “não” e Deus tenha uma bondade ainda muito mais ilimitada com os nossos “não”, não se trata de um “tanto faz”.
Estamos diante daquilo que é mais sério na nossa vida. Se a rejeição da vontade de Deus não traz nenhuma consequência para o momento, isto não nos deve enganar. As coisas não permanecerão assim para sempre. Quem se recusa a trabalhar na vinha fica excluído do Reino (cf. Mt 21,31); quem não entrega os frutos da vinha e maltrata os servos do dono, perde a vinha e termina mal (Mt 21,41) e quem não aceita o convite ao banquete fica fora dele.
Portanto, o fato de que Deus nos interpele na nossa livre decisão e que nós possamos responder sim ou não ao seu convite, não deve induzir-nos a uma falsa compreensão da nossa liberdade.
Podemos sim, escolher livremente, mas já não somos mais livres diante das conseqüências da nossa escolha. Podemos dizer “não” ao convite de Deus, mas não estamos em condições de fazer com que com este “não” a nossa vida chegue a um feliz desfecho. Queiramos ou não, à nossa decisão está ligada a nossa realização ou a nossa ruína definitivas.
Devemos ser muito conscientes disso, aceitar o convite de Deus, avaliar a nossa vida e conformá-la sempre mais à vontade dele, que é o fim supremo e venturoso da nossa vida.
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6o Domingo de Tempo Comum – (Mt 5, 17-37) “Não vim para abolir a lei e os profetas”
Jesus nos fala de maneira bem clara porque veio. E, de forma mais clara ainda, nos dá uma verdadeira lição de cidadania ao traduzir o verdadeiro sentido das leis de Deus. Leis que ele faz questão de frisar que não veio para mudá-las em uma única vírgula, mas sim para colocá-las em prática.
Uma reflexão cristã sobre o Carnaval
O momento é propício para que analisemos tudo aquilo que nos mancha, que nos tira a paz de estar em paz com Deus. É tempo, pois, de iniciar ou persistir no chamado à conversão, preparando nossos corações para a Quaresma.
5o Domingo de Tempo Comum – (Mt 5, 13-16) “Vós sois a luz do mundo”
“Vós sois o sal da terra. Mas se o sal perder o gosto salgado, com o que se há de salgar? Já não servirá para nada, apenas para ser jogado fora e pisado pelas pessoas. Vós sois a luz do mundo. Evangelho: (Mt 5, 13-16)
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