Jürgen Moltmann
Teólogo
Em minha juventude, fui salvo pela esperança de Cristo. Ele a plenificou até hoje com a energia do Espírito divino. Ele me permite saudar todas as manhãs em que me é dado viver, com a alegria adventícia da vinda de Deus. O futuro de Deus sempre me fascinou, pois ele é o "lugar espaçoso" da liberdade. Esperança é um presente raro. Ela muda uma pessoa porque ela lhe mostra suas novas possibilidades.
A esperança que é nascida da lembrança do crucificado leva, por isso, a esperar onde nada pode ser esperado. Ela vê o futuro do ser humano não no progresso, mas em suas vítimas. A esperança cristã futura se fundamenta em uma lembrança histórica segura. Esta é a presencialização do Cristo de Deus, que veio ao nosso mundo. Ele fez da nossa vida a Sua própria, transformando assim a terra num lugar de esperança.
Tal fato diferencia a esperança cristã de todos os outros sonhos e temores futurísticos que ouvimos com frequência nos últimos dias. Viver na esperança significa poder amar, e de fato poder amar aquele que não é amado. Mas, o que significa amar senão contar com as possibilidades ainda não suscitadas no outro ser humano, inclusive com as possibilidades de Deus nele? Reconciliação e esperança são difundidas através do amor concreto, pessoal e social. Por isso, enfim, reside no amor criativo, reconciliador e esperante as mais profundas possibilidades do ser humano humanizado em um mundo desumanizado.
Fonte: O Mílite
6o Domingo de Tempo Comum – (Mt 5, 17-37) “Não vim para abolir a lei e os profetas”
Jesus nos fala de maneira bem clara porque veio. E, de forma mais clara ainda, nos dá uma verdadeira lição de cidadania ao traduzir o verdadeiro sentido das leis de Deus. Leis que ele faz questão de frisar que não veio para mudá-las em uma única vírgula, mas sim para colocá-las em prática.
Uma reflexão cristã sobre o Carnaval
O momento é propício para que analisemos tudo aquilo que nos mancha, que nos tira a paz de estar em paz com Deus. É tempo, pois, de iniciar ou persistir no chamado à conversão, preparando nossos corações para a Quaresma.
5o Domingo de Tempo Comum – (Mt 5, 13-16) “Vós sois a luz do mundo”
“Vós sois o sal da terra. Mas se o sal perder o gosto salgado, com o que se há de salgar? Já não servirá para nada, apenas para ser jogado fora e pisado pelas pessoas. Vós sois a luz do mundo. Evangelho: (Mt 5, 13-16)
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