Por Clara Lis Em Nossa Senhora

A piedade popular

O Documento de Aparecida nos ajuda a fazer das devoções a Maria um aprendizado de amor, uma redescoberta do caminho a seguir como discípulo de Cristo




“Entre as expressões desta espiritualidade contam-se: as festas patronais, as novenas, os rosários e via crucis, as procissões, as danças e os cânticos do folclore religioso, o carinho aos santos e aos anjos, as promessas, as orações em família. Destacamos as peregrinações onde é possível reconhecer o povo de Deus no caminho. (...) O olhar do peregrino se deposita sobre uma imagem que simboliza a ternura e a proximidade de Deus. O amor se detém, contempla o silêncio, desfruta dele em silêncio. Também se comove, derramando todo o peso de sua dor e de seus sonhos. A súplica sincera, que flui confiadamente, é a melhor expressão de um coração que renunciou à auto-suficiência, reconhecendo que sozinho, nada é possível. Um breve instante sintetiza uma viva experiência espiritual” (Doc. Aparecida – 259).

Em Maria e com Maria podemos fazer o caminho de volta a Cristo. Nada é mais importante para Deus que viver o amor entre nós de maneira concreta. Esse é o sinal de seus verdadeiros filhos, dos discípulos de Jesus, a nossa missão nesse mundo. Maria nesse ponto é mestra e erramos se não a seguimos. Para que nossa fé não seja apenas conhecimento, nem apenas razão, nem mero sentimento ou emoção, nem mero cumprimento de leis e obrigações, é preciso aprender com Maria a ser discípulos de seu Filho e como Ela sermos mãe, gerando a presença de Jesus através do amor, fruto da sua palavra.

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