Na época de São Maximiliano Kolbe, a Igreja estava como que “apontando” para o extremo oriente. Atendendo aos apelos para a evangelização desses povos, a Ordem Franciscana enviou São Maximiliano para reproduzir no Japão a boa experiência da Cidade da Imaculada na Polônia. Em 1930 ele passou dois meses viajando por diversos conventos da Europa para montar sua expedição. Em fevereiro partiu com outros quatro freis do porto de Marselha, na França. Chegaram no Japão depois de mais de 50 dias, pois, além das paradas necessárias, ficaram 12 dias na China para tentar imprimir ali uma revista mariana.
O Brasil e a América não estavam no radar missionário da Milícia da Imaculada até que começaram a ser enviadas revistas para o Brasil. China, Índia e Rússia eram as prioridades. Mas japoneses que imigraram para o Brasil recebiam revistas em japonês e havia sacerdotes do Brasil que recebiam a revista Miles Imaculatae que era escrita em língua latina e voltada para padres.
São Maximiliano retornou definitivamente do Japão para a Polônia em 1936. Estava expandindo a Milícia da Imaculada e montou até uma estação de rádio. Mas em primeiro de setembro de 1939 os alemães ocuparam a Polônia. Nem um mês depois, Kolbe e 37 freis foram presos devido ao trabalho com os meios de comunicação. Como que por milagre, no dia 8 de dezembro foram libertados. Passou o ano de 1940 cuidando dos feridos e esfomeados da guerra no convento que teve o equipamento gráfico parte roubado, parte lacrado pelos nazistas. Em fevereiro de 1941 foi preso definitivamente.
Kolbe conseguiu a autorização para imprimir alguns exemplares da revista Cavaleiro da Imaculada no natal de 1940. Obteve a autorização e escreveu um longo editorial intitulado A verdade. Nele dizia que a Imaculada haveria de triunfar e não a violência. Essa foi a causa de sua prisão definitiva.
No Campo de Concentração de Auschwitz realizou trabalhos forçados, adoeceu, mas também confortou os companheiros e celebrou de forma escondida os sacramentos. No início de agosto de 1941 dez prisioneiros seriam mortos em represália à fuga de um. Kolbe se dispôs a morrer no lugar de um pai de família. A coragem é um milagre. Depois, narram as testemunhas oculares, que como que por milagre, enquanto Kolbe saía de seu lugar e se aproximava do comandante, os cães de guarda pararam de latir e nenhum dos soldados o impediu. Outro milagre, digamos assim, é que o comandante perguntou quem era ele. No campo todos eram identificados por números tatuados na pele, mas com o prisioneiro Kolbe foi diferente. Conta-se também que Kolbe foi o último prisioneiro condenado a morrer com a penalidade de fome e sede. Aliás, morreu envenenado porque era o último que resistia.
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