Por Vladimir Ribeiro Em São Maximiliano Kolbe

Dia de Maria

Em 8 de setembro recordamos a Natividade de Maria, e São Maximiliano Kolbe nos explica como celebrar essa festa, em um artigo da revista Cavaleiro da Imaculada de 1923

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Na festa da Natividade da nossa Rainha
Rycerz Niepokalanej, setembro de 1923

Já está próximo o dia 8 de setembro, festa da Natividade da Imaculada, nossa Rainha, Senhora e terníssima Mãe. Como seus cavaleiros, que fazem parte da guarda de honra, não podemos deixar que este dia passe sem expressar-lhe nossos desejos. Mas o que podemos desejar ainda àquela que, exaltada sobre todas as criaturas terrestres e celestes, converteu-se em Mãe de Deus e já reina eternamente no paraíso?

Ela é Rainha do céu e da terra, a medianeira de todos nós, e através de suas mãos derramam-se sobre a terra todas as graças. O que devemos desejar-te, pois, ó ilustríssima e dulcíssima Senhora? Quantos ainda não te conhecem... porque nasceram no paganismo, ou foram educados no judaísmo, ou imbuídos dos funestos princípios dos protestantes!

Muitos te conheceram, porém, fugiram de ti, ou então... te abandonaram e agora se afundam no lodo da imoralidade! Pois bem, ó Rainha, neste querido dia de tua festa, nós te desejamos, de todo o coração e de toda a alma, que tomes posse o mais rápido possível e de modo completo dos nossos corações, dos corações de todos e de cada um, sem exceção, seja ele católico, cismático ou protestante, judeu ou pagão, bom ou mau.

Reina sobre todos nós, pobres habitantes deste globo terrestre que flutua no espaço celeste, e reina não somente durante a nossa peregrinação terrena, mas também pelos séculos dos séculos, eternamente!

Nós, de nossa parte, acompanhamos as felicitações com nossa obra e pagando pessoalmente – com o preço do nosso cansaço, dos nossos bens, da nossa saúde, da nossa reputação e da nossa vida – e com o teu poderoso auxílio (já que sozinhos nada podemos fazer), libertaremos para ti o maior número possível de almas da escravidão do demônio, do mundo e da carne e, depois de torná-las felizes, as ofereceremos a ti como propriedade, até que nos encontremos contigo no paraíso, querida mãezinha”. Os teus mílites e as tuas mílites.

Escrito de São Maximiliano Kolbe 1037

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