A farmacêutica japonesa Takeda, que produz a vacina contra a dengue incorporada no Sistema Único de Saúde, SUS, vai limitar o fornecimento do imunizante no mercado privado, para priorizar o Ministério da Saúde.
A partir de agora, a venda para clínicas particulares será focada em suprir apenas a quantidade necessária para que as pessoas já vacinadas com a primeira dose completem seus esquemas vacinais.
Para ter efetividade completa, a vacina Qdenga deve ser tomada em duas doses subcutâneas, com intervalo de 3 meses entre uma e outra.
Além disso, a Takeda informou que não vai mais firmar contratos de forma descentralizada com estados e municípios brasileiros. Ou seja, a distribuição da vacina da dengue aos municípios será feita apenas pelo Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde. Mas os contratos firmados antes da incorporação da vacina no Sus serão cumpridos.
Por enquanto, a Takeda garantiu a entrega de 6,6 milhões de doses para o ano de 2024 e o provisionamento de mais 9 milhões de doses para o ano de 2025. Mas a empresa disse que está buscando todas as soluções possíveis para aumentar o número de doses disponíveis para o Brasil.
De acordo com a farmacêutica, essas decisões têm o objetivo de apoiar o governo federal no seu propósito de promover o acesso da vacina contra a dengue de forma integral e gratuita para a população brasileira, considerando o número alarmante de casos.
De acordo com o balanço mais recente, as notificações em todo o país já passam de 345 mil, quase 4 vezes mais do que no mesmo período do ano passado.
Por causa da pequena quantidade de doses disponíveis, a vacinação com a Qdenga vai ser feita apenas em crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos neste primeiro momento.
As vacinas também só serão distribuídas para 521 cidades, com mais de 100 mil habitantes e com alta taxa de transmissão da doença.
Fonte: Ag. Brasil
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