Nos últimos meses, a "maconha sintética" — também conhecida como K2, K9 ou spice, entre outros nomes — virou uma grande preocupação nacional com o aumento das apreensões pela polícia e do número de usuários em grandes centros urbanos.
Conhecidas pela ciência há pelo menos três décadas, essas substâncias foram inicialmente desenvolvidas e estudadas como tratamentos para várias doenças, como dores crônicas.
Com o tempo, esses produtos foram parar no mercado ilegal e hoje são vendidos por traficantes como um entorpecente bastante potente — e com efeitos que podem ser imprevisíveis.
As substâncias sintéticas agem no mesmo receptor do THC (substância psicoativa da maconha) e afetam tanto o sistema nervoso central quanto o sistema nervoso periférico. O efeito é intenso e causa: alucinações auditivas e visuais, agitação, ansiedade, hipertensão, infarto agudo do miocárdio, convulsões, paralisia, psicose, depressão e ideação suicida, incluindo morte.
Mas, afinal, qual o mecanismo de ação das drogas K? O pneumologista Fernando Santella participou da edição desta segunda-feira (08), do Imaculada Notícias. Acompanhe o jornal na íntegra!!
Imaculada Notícias - de segunda a sexta-feira às 12h10
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