O Frei Sebastião Benito Quaglio (OFMConv) presidiu hoje a Santa Missa, no Oratório Imaculada Conceição e São Maximiliano Maria Kolbe, em São Bernardo do Campo, São Paulo, e comentou a Primeira Leitura (At 5, 17-26) e o Evangelho de hoje (Jo 3, 16-21).
Frei Sebastião destaca que a leitura de hoje da Bíblia é a base de nossa fé, pois revela a intenção de Deus sobre a humanidade. Quando falamos sobre esse trecho, pensamos em nós que fazemos parte dele. Deus amou tanto o mundo que enviou o seu próprio Filho, ou seja, o mundo para Deus é tudo.
O mundo é o ser humano, então veja o que você significa para Deus, amor. Por causa desse Amor, Deus deu tudo o que ele tem. O Filho é tudo. O que é a luz para o sol? O que o sol significaria para nós sem a luz e calor? Nós nem saberíamos de sua existência. O que é Deus sem amor e sem o Seu Filho? Filho é tudo.
Nós estamos em um momento de reflexão, de descoberta, de vida, um sentido para a existência. Deus me ama e a manifestação desse amor é o Seu próprio Filho, e n’Ele eu também sou Filho, e Ele está aqui não para me condenar, mas para me salvar.
Eu preciso enxergar e aceitá-lo, então automaticamente eu entro nesse plano de salvação de Deus que deu tudo, portanto Jesus é a chave. Quando Padre Pio me perguntou se eu sabia qual era a chave que abre o céu e eu disse não, ele respondeu que era a Cruz.
O que é a Cruz? É o máximo de amor que Deus manifestou à humanidade. Jesus é tudo!
Eu me pergunto, por que eu sou padre? Por que eu quis mergulhar nesta obra? Por que convidei vocês leigos? A obra é sustentada por esse evangelho. Por isso não há sentido ter todas as rádios e TVs do mundo, se não temos essa visão. O grande segredo do evangelizador é ter esta visão.
Nossa Senhora é o início de tudo, o Amor quis se encarnar através do nosso amor humano. O que é a mãe para você? Mesmo que você nem pensa nela, é amor. Não é um amor de músicas de casais apaixonados que terminam, mas é um filho que descobre a sua realidade e sem a mãe ele não estaria aqui.
Nós temos que gritar este Evangelho ao mundo, e a Milícia da Imaculada tem sentido apenas se fizermos isso. Ela pode tornar uma engrenagem tecnicamente perfeita, mas não terá a força deste Evangelho se não fizermos desta forma.
Esta realidade materna é o começo deste amor visível entre nós. São Maximiliano Kolbe entendeu e enxergou aquilo que para todos era uma loucura, conquistar o mundo inteiro à Cristo sob a proteção dela.
Mílites, parabéns pela descoberta deste caminho, levem isso aos outros porque Deus não fica em gaiolas. Ele explode em nossos corações como um sol, ilumina todos, é só abrir os olhos e querer aproveitar da luz Dele.
Vamos tornar este Evangelho a base da nossa existência a partir de uma visão humana desse amor que começa com Nossa Senhora e termina com ela, eis aqui a sua mãe!
Transcrição Mariana Costa
Ano jubilar marca os 800 anos da morte de São Francisco de Assis
Celebração na Basílica de Santa Maria dos Anjos marcou início da última etapa de comemorações ligadas ao santo italiano; Papa proclamou ano jubilar especial.
Batismo do Senhor – (Mt 3, 13-17)
Celebramos a festa do Batismo de Jesus. Nas águas do rio Jordão, Jesus é batizado por João Batista. João ministrava um batismo de penitência e de conversão. O batismo de João preparava o povo para a chegada do Messias. Mas, sendo Jesus o próprio Messias, havia necessidade de ser batizado? Será que Jesus precisava de conversão?
O hábito da Fé
A fé é uma das virtudes teologais. E por isso, ela deve ser um hábito diário e não somente um recurso para quando estamos aflitos.
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