O Frei Sebastião Benito Quaglio (OFMConv.) presidiu hoje a Santa Missa, no Oratório Imaculada Conceição e São Maximiliano Maria Kolbe, em São Bernardo do Campo, São Paulo, e comentou a Primeira Leitura (Jó 3,1-3.11-17.20-23) e o Evangelho de hoje (Lc 9,51-56).
Frei Sebastião destaca que em 1980, quando faleceu o Pároco da Paróquia São João Batista do Riacho Grande, Dom Cláudio, que era o bispo da Diocese de Santo André, me designou para cuidar daqui.
Fomos muito bem acolhidos aqui, inclusive abrimos, no após balsa, a Paróquia de São Maximiliano Kolbe. Foi uma aventura incrível. Tudo isso no coração da mata atlântica. Quantas bençãos para toda essa região de floresta!
Por isso eu digo que devemos ver a nossa vida sempre como uma nova aurora. Nunca devemos parar nas dificuldades, mas devemos sempre agir a partir delas.
Vemos o exemplo de Jó, que tinha tudo e perdeu tudo, mas nunca perdeu a sua fé e a sua esperança. Jesus tinha uma vida tão produtiva, semeando luz, esperança e confiança, nunca desistiu.
Foi fiel até a Cruz. Isso é impressionante. Percebemos o atrito entre os povos de Jerusalém e Samaria, por causa Deus. Cada um se achava mais privilegiado. Jesus não deixa de percorrer o seu caminho, mas não quer atacar ninguém.
Ainda hoje existem atritos em nome de Deus. Mas Jesus percorrendo o caminho da Cruz não quer violência ou brigas, quer um caminho de conquistas. Nossa vida tem que ser um caminho de construção. Nas dificuldades conseguir enxergar a chance de conquistar, pois ninguém conquista nada sem doação, sem luta.
Estamos aqui nessa Paróquia há muitos anos e na construção desse centro de evangelização, que é a Milícia da Imaculada, que vai além do espaço geográfico para atingir o mundo todo.
Vale a pena lutar e nunca desistir, porque o reino de Deus tem o seu preço. Nem a Cruz parou Jesus Cristo. Como dizia São Padre Pio: “A cruz é a chave que abre o coração de Deus.”
A cruz não é a última palavra; a última palavra é a vitória e a ressurreição. Então, meus irmãos, vamos continuar o nosso caminho, se não é possível passar pela Samaria, vamos para outro caminho.
Transcrição Marta Romero
Ano jubilar marca os 800 anos da morte de São Francisco de Assis
Celebração na Basílica de Santa Maria dos Anjos marcou início da última etapa de comemorações ligadas ao santo italiano; Papa proclamou ano jubilar especial.
Batismo do Senhor – (Mt 3, 13-17)
Celebramos a festa do Batismo de Jesus. Nas águas do rio Jordão, Jesus é batizado por João Batista. João ministrava um batismo de penitência e de conversão. O batismo de João preparava o povo para a chegada do Messias. Mas, sendo Jesus o próprio Messias, havia necessidade de ser batizado? Será que Jesus precisava de conversão?
O hábito da Fé
A fé é uma das virtudes teologais. E por isso, ela deve ser um hábito diário e não somente um recurso para quando estamos aflitos.
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