O Frei Sebastião Benito Quaglio (OFMConv.) presidiu hoje a Santa Missa, no Oratório Imaculada Conceição e São Maximiliano Maria Kolbe, em São Bernardo do Campo, São Paulo, e comentou a Primeira Leitura (1Cor 15,12-20) e o Evangelho de hoje (Lc 8,1-3).
Frei Sebastião destaca que a liturgia da Palavra nos ilumina para que podemos levar a nossa fé aos outros. O foco é Deus, que se manifesta em Jesus Cristo e a nossa fé é realmente entrar em sintonia com esse mistério que habita dentro de nós e que deve abranger todos os nossos irmãos e irmãs. Em Deus não tem ninguém que deve ser excluído desse projeto.
A primeira leitura mostra uma polêmica sobre a ressurreição. Jesus veio ao mundo e destruiu a morte. A ressurreição já faz parte de nós, que cremos, um dia se manifestará tudo isso e seremos semelhantes a Deus. Já estamos carregando dentro de nós a vida e a ressurreição. Fomos resgatados e inseridos em Cristo.
A morte verdadeira nunca vai nos atingir e a que é física, na verdade é um desabrochar da realidade visível, para outra vida maravilhosa onde veremos Deus face a face.
No Evangelho de hoje notamos que Jesus não exclui ninguém. Chamou os apóstolos, as mulheres e as crianças. Todos são curados, consolados e amados por Ele. Todos que enxergam e seguem Jesus são tocados por Ele.
É importante a nossa adesão ao Evangelho e Cristo mostra que precisa de nós. Deus poderia fazer tudo sozinho, mas não quis. Esse é o apelo, o chamado que estamos atendendo para que Cristo seja o tesouro das pessoas. É o objetivo principal da essência humana.
Vamos sentir isso, já fazemos parte do mundo de Deus. Vamos irradiar isso a todos. Importante é que o mundo sinta a força da esperança, a atividade central e radical da própria existência que é Deus que já é um dom e a conquista agora.
Transcrição Marta Romero
Ano jubilar marca os 800 anos da morte de São Francisco de Assis
Celebração na Basílica de Santa Maria dos Anjos marcou início da última etapa de comemorações ligadas ao santo italiano; Papa proclamou ano jubilar especial.
Batismo do Senhor – (Mt 3, 13-17)
Celebramos a festa do Batismo de Jesus. Nas águas do rio Jordão, Jesus é batizado por João Batista. João ministrava um batismo de penitência e de conversão. O batismo de João preparava o povo para a chegada do Messias. Mas, sendo Jesus o próprio Messias, havia necessidade de ser batizado? Será que Jesus precisava de conversão?
O hábito da Fé
A fé é uma das virtudes teologais. E por isso, ela deve ser um hábito diário e não somente um recurso para quando estamos aflitos.
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