Por Frei Sebastião Benito Quaglio Em A Santa Missa

O preço da santidade




O Frei Sebastião Benito Quaglio (OFMConv) presidiu hoje a Santa Missa, no Santuário Imaculada Conceição e São Maximiliano Maria Kolbe, em São Bernardo do Campo, São Paulo, e comentou a Primeira Leitura (Os 11,1.3-4.8c-9) e o Evangelho de hoje (Mt 5,20-26).

Frei Sebastião nos lembra que Jesus nos mostra que o importante é o caminho certo que devemos percorrer, nem tanto os erros que cometemos. Devemos seguir o modelo Dele: “Amai-vos como eu vos amei”.

Em primeiro lugar, Jesus não vê o erro em si, somente no final, mas se preocupa com o caminho que levou a isso. Uma briga muitas vezes começa com uma palavra, e, por um motivo qualquer pode levar a um grande erro.

Jesus mostra outro jeito de nos relacionarmos. Uma maneira que não se fecha, mas que leva a um amor verdadeiro e abre nossos olhos, nos ajudando na convivência com as pessoas. Devemos corrigir o erro sim, mas procurar não condenar, ao contrário, ajudar as pessoas a se levantarem e a tomar um novo rumo.

Se na nossa vida fazemos um caminho diferente, de oração que leva à construção, a nossa maneira de agir torna-se mais prudente. Ninguém está livre de errar, podemos até perder a paciência, mas a nossa reação deve ser sempre baseada no amor e no perdão. Temos que fazer um esforço para nos refazer e evitar palavras ou atitudes bruscas, que podem levar a tragédias.

Sempre devemos pensar nas consequências das nossas atitudes e ter um autocontrole. Cultivar os pensamentos bons, para que os nossos gestos sejam de carinho e de amor. Não é fácil, mas essa é a nossa cruz que leva a santificação.

O segredo para viver bem é fazer uma oração, pois ela nos ilumina e nos mostra realmente o caminho que devemos percorrer e nos dá forças para substituir aquelas reações explosivas por outras mais pensadas e construtivas. Não é fácil, mas esse é o caminho certo.

Jesus não somente aponta o erro, mas o caminho que levou ao erro. Então é preciso mudar o caminho, para evitar que aconteçam as confusões, os insultos, que não resolvem nada. Sabemos que isso custa, mas esse é o preço da santidade.

Transcrição Marta Romero





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