Por Frei Sebastião Benito Quaglio Em A Santa Missa

A vida simples de Santa Teresinha

Na Santa Missa desta sexta-feira (01), Frei Sebastião medita sobre a vida de Santa Teresinha do Menino Jesus, que a Igreja celebra hoje




O Frei Sebastião Benito Quaglio (OFMConv.) presidiu hoje a Santa Missa, no Santuário Imaculada Conceição e São Maximiliano Maria Kolbe, em São Bernardo do Campo, São Paulo, e comentou a Primeira Leitura (Br 1,15-22) e o Evangelho de hoje (Mt 11,28-30).

Frei Sebastião destaca que nesta sexta-feira, a Igreja celebra a festa de Santa Teresinha do Menino Jesus. Escolhi esse Evangelho para focalizar mais intensamente sobre a vida de Santa Teresinha, que viveu somente vinte e quatro anos.

Falamos que sua vida foi simples, mas essa é a nossa maneira de ver, porque a vida dela não teve expressões ou acontecimentos estrondosos que o mundo costuma valorizar. Ela teve uma vida escondida e simples, mas teve uma grandeza porque a santidade da pessoa não depende daquilo que ela faz, mas como faz.

Pensando em Santa Teresinha, sabemos que ela se tornou protetora dos missionários e das missões. Como aconteceu isso se ela nunca saiu do seu mosteiro? Isso mostra o poder da vida consagrada a Deus, a vida de sacrifício e de oração que não tem paredes. A vida de Santa Teresina invade o mundo todo, porque ela navegava na vida de Jesus Cristo.

Quero lembrar que Santa Teresinha, sendo chamada a santa das pequenas coisas, a sua vida tem semelhança com a vida de Nossa Senhora. São as mesmas coisas simples, mas existe uma característica em comum nessas duas vidas, o amor.

As duas sempre realizavam seus deveres na oração e elevando o pensamento em Deus. A vida particular e privada de Jesus também foi assim. Por isso que Santa Teresinha nos ensina o caminho que Deus percorreu.

Jesus disse “deixai vir a mim as criancinhas, porque é delas o Reino do Céu”. A criança vive do seu jeito e com simplicidade a sua vida. Santa Teresinha sofreu muito, a sua morte foi prematura porque ela tinha sérios problemas de saúde.

Viveu com muito amor e com espírito de sacrifício. Ela tinha um amor muito grande a Nossa Senhora. Até atribuiu a sua cura na infância, a Nossa Senhora, que segundo lhe sorriu. Quando falamos de Teresinha das pequenas coisas, falemos também do tanto de amor que ela colocava em todas as coisas que fazia.

A comunhão com Deus sempre seja indispensável e a vida de Santa Teresinha nos dê sustento quando temos a sensação de que não somos nada. Quando estamos em comunhão com Deus somos grandes aos olhos dele.

Transcrição Marta Romero

Seja o primeiro a comentar

Os comentários e avaliações são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site.

0

Boleto

Reportar erro! Comunique-nos sobre qualquer erro de digitação, língua portuguesa, ou
de informação equivocada que você possa ter encontrado nesta página:

Por Frei Sebastião Benito Quaglio , em A Santa Missa

Obs.: Link e título da página são enviados automaticamente.