Por Paulo Teixeira Em Meu Planetinha

Pedacinho da Europa na América do Sul

Dessa vez, o nosso tour é pela Guiana Francesa. Mais um território que faz parte da Pan-amazônia

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Pedacinho da Europa na América do Sul


Vamos continuar a nossa viagem pelos países que fazem parte da Pan-amazônia. Dessa vez, vamos até a Guiana Francesa, um pedacinho da Europa dentro da América do Sul.

Este é um território ultramarino da França. Assim como o Brasil tem estados, imagine que a Guiana Francesa seja um estado francês, fora da Europa. Aliás, dos doze territórios franceses pelo mundo, a Guiana Francesa é o maior e mais antigo.

Este território faz divisa com o Brasil no estado do Amapá e é quase todo coberto pela floresta amazônica. Os franceses chegaram àquela região em 1503, mas só em 1643 fundaram a capital, Caiena.

A maior parte da população é de origem africana e francesa, cerca de 14% é de origem europeia. Há muitos grupos de quilombolas e indígenas. Algumas tribos vivem isoladas na floresta. A língua oficial é o francês, mas também são falados dialetos e línguas indígenas.

Além da pesca, a economia da Guiana Francesa conta com a mineração, sobretudo, de ouro.Leia MaisConhece o Suriname?Um tour pela capital da alegria

Comida mestiça

A culinária desta região é rica em cores e sabores. Uma mistura da culinária crioulas africana, chinesa e brasileira. Os pratos mais comuns da região usam ingredientes amazônicos, como mandioca, arroz preto e feijão vermelho.

Guiana e o espaço

O principal centro espacial fica em Guiana Francesa. Chamado de Kourou, o centro é a porta pela qual a Europa se conecta como o espaço. Situado a apenas 500 quilômetros do norte do Equador, o centro espacial é a base a partir de onde são lançados os foguetes e satélites da ESA (Agência Espacial Europeia), a Ariane Space e o CNSE (Centre National Études spatiales), a agência espacial francesa.

Lugar histórico

O país conta com diversos lugares turísticos, mas se você quer conhecer mais sobre a história e a biodiversidade da Guiana Francesa, o lugar ideal para isso é o Museu Departamental Alexandre-Franconie. Além de um acervo repleto de coleções arqueológicas e etnográficas, é possível também ouvir narrativas de fatos históricos.

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