Por Professora Dita Souza, biblista, teóloga e conferencista
De acordo com os evangelistas, neste dia Jesus ensina no Templo e discute com os religiosos (Mateus 21,23-39), incluindo o seu sermão escatológico (Mt 24).
Segundo Marcos (11,27-12,44) e Lucas (20,1-47), Jesus retorna nesta terça-feira de Betânia para Jerusalém.
Neste dia, Ele é confrontado pelos dirigentes do Templo quanto à Sua atitude do dia anterior.
Os escribas e fariseus novamente questionaram a autoridade de Jesus, que volta a ensinar-lhes por meio de parábolas (comparações com a vida) como a dos trabalhadores homicidas (cf. Mt 21,33-46) e a da festa em que os convidados não aceitaram vir e foram chamados outros (bons e maus) que aceitaram (cf. Mt 22,1-14).
Leia MaisSegunda-feira SantaJesus e Seu último jantar Tempo de meditar as dores de MariaProfessora Dita explica detalhes da cerimônia com o Papa
Jesus também ensina aos saduceus que não acreditavam na ressurreição (cf. Mt 22,23).
Ele faz ainda a terrível profecia sobre a destruição de Jerusalém, a qual acontecerá 30 anos depois no ano 70, afirmando que ali não restaria nenhuma pedra que não fosse derrubada (cf. Mt 24,1s).
No Evangelho de hoje – Jo 13,21-33.36-38 – São João nos conta que Jesus estava à mesa com Seus discípulos e anuncia a traição de Judas; no grego, nesse anúncio, não é usada por Jesus a palavra raiva, rancor ou decepção pela certeza que ia ser traído por um dos discípulos, mas sim as palavras comoção, piedade e pena.
Na memória da Igreja, comumente, é na Terça-feira Santa também que se dá a Procissão do Encontro; é quando relembramos o encontro de Nossa Senhora com seu filho a caminho do Calvário; por outro lado, relembramos também a fraqueza de São Pedro quando, por três vezes, nega Jesus. É um dia de penitência.
Coloquemo-nos em contrição, arrependimento e reflexão pelos momentos que vivemos hoje.
2º Domingo do Tempo Comum – (Jo 1, 29-34)
No Evangelho de hoje João nos apresenta Jesus como o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. De fato, Jesus muito se assemelha ao cordeiro.
Ano jubilar marca os 800 anos da morte de São Francisco de Assis
Celebração na Basílica de Santa Maria dos Anjos marcou início da última etapa de comemorações ligadas ao santo italiano; Papa proclamou ano jubilar especial.
No Batismo, nossa vocação
Toda vocação de um discípulo de Cristo é semelhante àquela dos Apóstolos, enviados por Jesus a todo o mundo para pregar o Evangelho a todas as criaturas, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Cfr. Mateus 28, 19-20).
Boleto
Reportar erro!
Comunique-nos sobre qualquer erro de digitação, língua portuguesa, ou de uma informação equivocada que você possa ter encontrado nesta página:
Os comentários e avaliações são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site.