
Com o olhar à frente do seu tempo, fundou a Milícia da Imaculada, uma obra de evangelização sempre atualizada e integrada no vasto mundo.
São Maximiliano Kolbe assistiu a trágicos capítulos da história. Viveu os dramas da Primeira Guerra Mundial e morreu na Segunda Guerra.
Parece que faz tanto tempo, e às vezes parece que o tempo nos distancia deste homem santo. Maximiliano não viveu em um mundo globalizado, mas focava seu objetivo sempre nos “extremos confins da terra” e, antes mesmo do Concílio Vaticano II, intuiu profeticamente a abertura da Igreja para o diálogo com o mundo contemporâneo.
Maximiliano Kolbe é um homem do futuro, pois, se elevou, por meio da intuição mística e dos pensamentos mais modernos em relação à comunicação, para além dos acontecimentos do seu tempo.
Podemos pensar o que faria Maximiliano em nossos dias. Certamente, ele trabalharia conosco apontando novos horizontes, novos meios e tecnologias. O pensamento de Kolbe conflui com o da própria Igreja que “considera parte da sua missão servir-se dos instrumentos de comunicação social para pregar aos homens a mensagem da salvação e ensinar-lhes o uso reto destes meios” (Inter Mirifica 3).
Maximiliano Kolbe tinha um coração sem limites que se adequaria muito bem ao mundo globalizado, e seguramente se sentiria bem à vontade para atuar no ciberespaço e nas redes sociais virtuais.
Encontraria no Facebook, no Instagram e no Twitter uma possibilidade “para a santificação de todos sem olhar as diferenças de fé e de nacionalidade, com objetivo de aproximar todos à felicidade que é a aproximação a Deus, fonte primeira de toda felicidade” (Escrito de São Maximiliano Kolbe 1226).
Kolbe pensava que o consagrado a Nossa Senhora deveria ser um influencer do bem no mundo analógico em que ele vivia e certamente, hoje, no mundo virtual, para “exercer um influxo no ambiente que o circunda” (Escrito 1329). É grande incentivador do apostolado dos leigos e da presença cristã no vasto mundo. Para ele, enquanto se evangeliza, “se pode muito bem continuar a ocupar-se de todos os afazeres honestos nos quais se está empenhado, mas não somos mais nós sozinhos a oferecer nosso cotidiano a Deus, mas é Ela, a Imaculada” (Escrito 1226).
Leia MaisA emocionante história de Frei Sebastião e a Rosa MísticaMedalha de São BentoSejamos propagadores da Boa-Nova!Ele é uma pessoa de luz, cheio do Espírito Santo. O fogo que representa o Espírito deve estar aceso no coração dos cristãos porque “quando o fogo do amor se acende não pode encontrar lugar nos limites do coração, mas incendeia também fora, arde, devora, absorve outros corações. Conquista almas sempre mais numerosas ao próprio ideal, à Imaculada” (Escrito 1325).
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