Em uma cidadezinha do interior havia um convento de religiosas, localizado fora da área urbana. Para chegar à igreja matriz as irmãs atravessavam, a pé, uma grande área de plantação de cana.
Certa vez, quando algumas freiras se dirigiam para a missa, ouviram um gemido no meio do canavial; preocupadas, foram verificar e se depararam com um homem caído, muito ferido e sangrando.
Com muito sacrifício, arrastaram o homem até a beira da estrada, e ali conseguiram ajuda de um carroceiro que passava, e que levou o moribundo até o convento, onde elas se propuseram a cuidar dele.
No outro dia o homem recobrou o sentido e, apesar do olho roxo e dos lábios inchados, murmurando, ele contou que havia se desentendido com um parceiro de trabalho. O sujeito tinha lhe emprestado uma foice para utilizá-la no corte de cana, porém, ele a perdeu no meio do canavial. Agora o dono da foice estava lhe cobrando a devolução da ferramenta. Revoltado com a cobrança, ele não procurou dialogar e negociar, simplesmente partiu para a briga e acabou apanhando.
Atentamente, as freiras ouviram tudo, sem se manifestarem a favor ou contra essa sua atitude. Após uma semana, o homem já estava restabelecido e pronto para partir. Ao se despedir, o hóspede agradeceu a ajuda, dizendo que devia sua vida a elas e deixou claro que iria à procura de seu oponente para vingar-se. “Não sei como isso aconteceu. É vergonhoso apanhar daquele sujeito, pois eu sou muito mais forte do que ele. Naquele dia, parece que Deus me abandonou, mas, agora, não vou falhar. Agora mesmo eu vou em sua casa e acabo com ele”, disse, demonstrando grande rancor e uma alta dose de vingança em suas palavras.
A madre superiora, que estava próxima, ouviu isso e disse ao homem: “O senhor vai embora sem pagar sua conta? Saiba que o senhor nos deve seis mil reais por estadia, cuidados e remédios!”.
Assustado com o valor, quase chorando, ele implorou: “Por favor, senhora, não tenho a menor ideia de como poderia lhe pagar. Eu não sou o dono da fazenda, sou apenas um cortador de cana. Não tenho como lhe pagar um valor tão alto!”.
Diante do olhar assustado do homem, a religiosa falou de forma suave, porém, enérgica: “Envergonhado porque apanhou numa briga que você mesmo provocou? Rapaz, você é orgulhoso e arrogante! Ouça o que vou lhe dizer: nosso Deus é misericordioso, mas também, justo. Se você não pode nos pagar pelo bem que recebeu, com que direito quer cobrar o mal que lhe fizeram? Antes de cobrar alguma coisa, procure saber o quanto você deve. Jamais faça cobrança pelas coisas ruins que acontecem no dia a dia, pois Deus pode lhe cobrar por tudo de bom que Ele lhe concede diariamente”.
Fonte: O Mílite
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